Boa tarde,
Gostaria de colocar a Vossa consideração/debate/reflexão, o seguinte:
Como “combater” o “conhecimento inerte”, tal como referido pelo Sr. Prof. Doutor Paulo Dias, e focar os processos de ensino aprendizagem que promovem skills, e demais competências para a resolução de problemas, tão valorizadas pelo mercado de trabalho, tal como demonstra o estudo “Preparados para Trabalhar” de Vieira e Marques (2014), quando existem certos/as estudantes, os/as quais, ainda que dominem certas tecnologias, não demonstram competências em aprendizagens colaborativas, inseridos em instituições de ensino que padecem de cristalização de modelos pedagógicos tradicionais, e em sociedades com cenários de transformação social cada vez mais emergentes e desafiantes ?
Com os melhores cumprimentos,
Maria Inês Faria
/IPBeja/